Transporte aéreo doméstico ainda sofre efeitos de ciclone
O transporte aéreo doméstico entre várias capitais do país continua sofrendo os efeitos do ciclone, um dos piores dos últimos anos, que atingiu São Paulo na quarta-feira (10/12).
O caos aéreo, a partir desta quinta-feira (11/12), atrasou ou cancelou dezenas de voos que tinham partida, chegada ou faziam conexões na capital paulista. Foi uma reação em cadeia, que deixou terminais lotados de passageiros irritados e cansados, principalmente no Rio de Janeiro.![]()
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As companhias aéreas Latam, Gol e Azul disseram que os motivos dos atrasos e cancelamentos foram alheios ao seu controle.
Também orientaram os passageiros a acompanhar o status de seus voos em aplicativos ou site das companhias, antes de seguir para os aeroportos. Garantiram, ainda, que as pessoas prejudicadas podem remarcar as passagens sem custos adicionais.
A recomendação dos órgãos de defesa do consumidor é guardar todo e qualquer comprovante, como o bilhete aéreo, cartão de embarque, e-mails de comunicação das empresas e, se possível, a declaração de contingência emitida no guichê.
Caso a companhia aérea não ofereça alimentação ou hospedagem, o consumidor banca os custos, guarda as notas fiscais e recibos para um futuro ressarcimento.
Com estes comprovantes, deve registrar uma reclamação formal nos canais de atendimento da própria companhia aérea, anotando o protocolo e, caso a solução seja insatisfatória, registrar a ocorrência em um Procon e também na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
