Andreia Caires revisita obra poética de Rosildo Barcellos

Publicado em 31/10/2025 às 13:22 Da Redação
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Andreia Caires revisita obra poética de Rosildo Barcellos

 No concorrido “Varal de Poemas” Borboleta Azul - Edição Primavera, Andreia Caíres declamou “Poema Nublado”! do colunista do “Alvo de Notícias”, autor de mais de 1600 artigos publicados; 

Rosildo Barcellos, é renomado escritor que acaba de expor poemas na Embaixada do Brasil na China e lançar sua mais recente participação em antologias na capital da Romênia, ambos os eventos em outubro.

Num momento de empatia rarefeita, nada toca tanto quanto a poesia. Até porque a empatia é precipuamente a habilidade de se imaginar no lugar de outra pessoa, compreendendo seus sentimentos, desejos, ideais, crenças e valores. Significa literalmente calçar-se com os calçados deste, para sentir suas restrições, adversidades e desafios. 

É relacionar-se de forma verdadeira, sem preconceitos ou julgamentos, e estar disposto e se permitir entrar em contato com um sentimento que nem sempre é seu. Colocar-se no lugar do outro, entender seus sentimentos e pensamentos, especialmente no momento de distanciamento social em que vivemos, ajuda a nos relacionarmos melhor com as pessoas. 

Procurado pela redação o escritor descreve o sentimento da declamação de Andreia: Ela representa a justa contraposição à mulher absorvida pela urgência do tempo. Com seu poder de contemplação inserido de forma precisa em nossas vontades, começamos a questionar se o que nos cerca foi, de fato, pensado e planejado por uma força criativa. Sua voz doce se encarrega da roupagem lírica. 

Nesse sentido, cada intervenção guarda um potencial de admiração, perceptível apenas por uma pessoa imbuída do espírito da flânerie, capaz de repassar ao vídeo sensações profundas. Cada palavra da minha poesia Andreia buscou revelar o que há de memória e mistério. Mas é na geografia dos sentimentos que mais se sobressai nesta seleta colheita de textos que ela declamou— vasculhando pelas ruas os afetos e a alma dos lugares e das paixões – declarou o poeta. Andreia Caires Rodrigues, é Paulista, casada, cristã, empreendedora, artesã e escritora.Participou ativamente da causa animal no ano de 2010 a 2012 e criou a página “Não vai ter Fogos” sobre a conscientização, os riscos e perigos dos fogos de artifício. 

Mas só em 2013 com mais de trinta anos, escreveu “O diário da borboleta azul” seu primeiro livro, baseado em suas próprias vivências. Depois em 2017, escreveu “As sementes que Plantei” uma alusão a Parábola do Semeador de Jesus Cristo e sobre o ditado Mexicano: “ Tentaram nos enterrar mas não sabiam que éramos sementes”. No mesmo ano ingressou para a ( AIL ) academia Independente de Letras. 

No mesmo ano ganhou o segundo lugar no concurso literário da( AACLIG ) Academia de artes, ciências e letras de Iguaba Grande, com o poema “Primavera” Em 2020, na época da Pandemia escreveu na cidade de Guararema, SP o livro “Bichos em Poemas” sobre a conscientização animal.

 Em 2022 ingressa na ( AILB ) Academia Internacional de letras do Brasil. Em 2023 publica o livro “O barulho do rio” , um livro de crônicas sobre memórias que teve de frente a um rio. 

Nesse mesmo ano ingressa na ( AICLAB ) Academia Internacional de Ciências, Letras e Artes de Brasília. Em 2024 cria o Sarau Poético Borboleta Azul, um canal de arte, música e poesia, pelo yutube qual leva o mesmo nome de seu primeiro livro. 

Em abril de 2025 foi convidada a ingressar na Confraria Sancristovense de História e Memória. ( Sergipe ) e também para a ACLA Academia de Ciências Letras e Artes de Columinjuba -Maranguapé.

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